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Sem propagandas · Viola caipira · Afinação: Cebolão em E (B E G# B E) · Ritmo: [Toada] 82 bpm

A Vida de um Boiadeiro

Goiano e Paranaense

C                    F         C 
Igual fumaça das queimadas de agosto
                                         G 
Que o vento sopra e leva pra qualquer lugar
Eu venho vindo de outras terras bem distantes
                      F         C 
Nesse tordilho eu acabei de chegar.
                    F           C 
A minha vida é uma estrada boiadeira
                     C7              F 
Muita poeira tenho sempre que enfrentar
                    G           C 
Toco berrante conduzindo uma boiada
                              G 
Mas a saudade é uma espora afiada
            F           G            C 
Que em meu peito vive sempre a machucar

 G                         C 
Boi... vai mugindo pela estrada
                  G                         C 
Que bonito essa boiada passo lento no estradão
 G            F       G         C 
Boi... vamos nessa estrada adiante
  C7                    F    G                    C 
Sobre o toque de um berrante nas quebradas do sertão

Introdução

 C                    F          C 
Se a minha sorte descambar na sertania
                                  G 
Terei saudade dos meus tempos de peão
Posso dizer que é grande o privilégio
                      F           C 
Eu fazer parte da história do sertão
                     F         C 
Comendo arroz no sistema carreteiro
                C7              F 
Na velha guampa bebo água do grotão
                  G           C 
Se por acaso estropiar o meu cavalo
                                  G 
E o destino conseguir me dar um pialo
          F           G           C 
Eu vou embora mas cumpri minha missão

 G                         C 
Boi... vai mugindo pela estrada
                  G                         C 
Que bonito essa boiada passo lento no estradão
 G            F       G         C 
Boi... vamos nessa estrada adiante
  C7                    F    G                    C 
Sobre o toque de um berrante nas quebradas do sertão