Garganta do Mundo
Fernando e Osmair
E F# B7 E
A garganta do mundo está ressecada, que sede danada que fome sem fim
B7 E
É cobra engolindo a serpente esfomeada, é faca afiada nas mãos do Cain
B7 E
É o ciclo do mundo olhando pro lobo, em cima do globo equilibra e não cai
B7 E B7 E
O resto parece criança acanhada, que vive entrelada na sombra do pai
F# B7 F# B7
Poder e ganancia assim se agiganta, e a enorme garganta só quer engolir
A E B7 E
E o pobre caminha sem ter horizonte, enquanto o gigante só pensa em subir
Introdução
E F# B7 E
E lá na floresta o dinheiro inteirando, vai tudo tombando sem vida no chão
B7 E
Vai o machadeiro, matando o gigante, na guerra constante da devastação
B7 E
Fumaça e queimada que tudo destrói, abala e corrói a estufa espacial
B7 E B7 E
E a garça e as aves cantando em coro, pedindo socorro pro seu pantanal
F# B7 F# B7
Poder e ganancia assim se agiganta, e a enorme garganta só quer engolir
A E B7 E
E o pobre caminha sem ter horizonte, enquanto o gigante só pensa em subir
Introdução
E F# B7 E
Baleia azulada nos mares profundos, percorre outros mundos por baixo do chão
B7 E
E o homem a persegue fazendo caçada, traz ela espetada na ponta do arpão
B7 E
E o que me preocupa nessa humanidade, é a grande maldade sem ter coração
B7 E B7 E
O homem avançando vai se destruindo e tudo partindo pra grande extinção
F# B7 F# B7
Poder e ganancia assim se agiganta, e a enorme garganta só quer engolir
A E B7 E
E o pobre caminha sem ter horizonte, enquanto o gigante só pensa em subir
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